Archive for the ‘Atrizes Negras’ Category

Halle Berry and the continuation of the black woman as jezebel/mulata – Halle Berry e da continuação da mulher negra como a jezebel/mulata

June 3, 2009

Halle Berry and the continuation of the black woman as the jezebel/mulata stereotype

Jamie Foxx, Halle Berry
The more I watch the actions of actress Halle Berry, the more I wonder if she actually knows about the stereotype of the black woman as the lascivious, sexualized whore. As I review some of Berry’s appearances and movie roles, I wonder what type of image she is trying to establish. I asked myself this question again recently when Berry accepted an award for basically being the sexiest woman for the past 10 years. After actor Jamie Foxx presented the Spike TV Award to Berry, Berry grabbed Foxx and the two commenced to create a hot love scene onstage complete with Foxx grabbing Halle’s booty and Halle grabbing Foxx’s…“package”. I thought to myself, she did it again!
During their outrageous “performance”, people were probably thinking, “go to a hotel”!
But this seems to be Halle’s history.
In 2002, Berry took the lead role in the film Monster’s Ball after at least two other black actresses decided not to accept the role. Actress Angela Bassett said she “wasn’t going to be a prostitute on film. I couldn’t do that because it’s such a stereotype about black women and sexuality.”
According to Berry, when she read the script for the film, she related to the character, Leticia, and had to fight for the role because the director didn’t envision her in the role. Explaining why she fought for this role, Berry explained, “I think being a woman, especially a black woman, I can identify with her struggle against racism.”

Adrien Brody, Halle Berry, Monster’s Ball (2002)

She proceeded to film one of the most pornographic sex scenes in the history of American film with white actor Billy Bob Thornton. I wonder how many black women were reminded of the master/concubine relationships of the slavery era as they watched that scene. Berry received an Oscar for her “performance”.
Apparently, Berry didn’t know how racism, exploitation and sex have been intertwined in former slave societies. This is the exact history of Afro-Brazilian and African-American women. While American elites accused white predators of black flesh of defiling their bodies, Brazilian elites have romanticized the sexual violence against black women for many years and created the myth of a racial democracy that was initiated in the slave quarters. But let us remember, there can never be harmony and equality in any situation in which one person owns another. Black women of both countries also endured post-slavery sexual coercion in which they were forced to have sexual relations with white men and/or their sons in order to keep their jobs as domestics in homes of white families.
In another memorable Halle Berry moment, there was the kiss with actor Adrien Brody at the 2003 Oscars. Of course, someone could argue that the was initiated kiss by Brody, but the question is, would he have attempted that kiss with a well-known, respected white actress? Consider the sexualization of the secretary Sharon Stone portrayed by Berry in the film version of The Flintstones. Or Berry showing her breasts in the 2004 film Swordfish. Was that a ploy to tell Hollywood she was willing to do anything to become a top actress?
In Brazil, there is a popular saying that continues to be popular in regards to women: “White women for marriage, mulatas for fornication, negras for work.”
When one considers that in Brazil, any attractive black woman can be considered a mulatta, we understand that the role reserved for Afro-Brazilian women is work and sex. The respect and decency of marriage and a life free of work is reserved for the white woman. The term mulata can be interpreted three ways in Brazil. The first is a woman of mixed African/European ancestry. The second is any attractive woman of African descent. The third is the stereotype of the attractive black woman who is a sexual expert and always available for any man sexually. In America, the stereotype of the sexually attractive, aggressive and available woman of African descent is the jezebel. These stereotypes have affected the social status, value and image of the black woman throughout the world. The value of the black woman can be denigrated by men of any race.


Orfeu (1999), Isabel Fillardis

We see examples of the sexual availability of black women in American films like Monster’s Ball as well as Brazilian films like the 1999 remake of the classic 1959 film, Black Orpheus (simply titled Orfeu). In one of the opening scenes, Afro-Brazilian actor/musician Toni Garrido is shown having sex with his girlfriend, Mira, played by Afro-Brazilian actress Isabelle Fillardis. In the scene, Garrido and Fillardis engage in aggressive sexual intercourse and the camera displays the full, nude body of Fillardis. Later in the film, Garrido pursues Euridice, played by actress Patricia França. Although França is not exactly white, by Brazilian standards, she is a white woman of mixed race. In Patricia’s love scene with Garrido, the viewer doesn’t see her body and the scene is projected as a romantic, dream-like interlude. The contrast in the love scenes is the perfect example of the respective images of black and white women in Brazilian society.

Isabel Fillardis, Toni Garrido

In retrospect, considering Halle’s decisions and image, she probably doesn’t know that there is a Brazilian song that fits the worldwide social contrast of black women and white women perfectly: “A carne mais barata do mercado. É a carne negra” – The cheapest meat in the market is the dark (black) meat.
Halle Berry e da continuação da mulher negra como o estereótipo jezebel/mulata
Quanto mais que eu veio as acções da atriz Halle Berry, quanto mais me pergunto se ela realmente sabe sobre o estereótipo da mulher negra como a puta lasciva, sexualizada. Como eu reviso algumas das aparências e papéis de filme do Berry, me pergunto qual é o tipo de imagem que ela está tentando de criar. Perguntei-me esta pergunta de novo recentemente quando Berry aceitou um prêmio por ser, basicamente, a mulher mais gostosa dos últimos 10 anos. Após o ator Jamie Foxx apresentou o prêmio Spike TV a Berry, Berry agarrou Foxx e os dois iniciaram a criar uma quente cena de amor no palco completo com Foxx agarrando a bunda de Halle e Halle agarrando o “pacote” de Foxx. Eu pensei para mim mesmo, ela fez de novo!

Durante as suas “desempenho” escandalosa, gente provavelmente a pensaram, “vai pra hotel”! Mas esta parece ser a história do Halle.

Em 2002, Berry assumiu o papel principal no filme Monster’s Ball após pelo menos duas outras atrizes negras decidiu não aceitar o papel. Atriz Angela Bassett disse que “Eu não ia ser uma prostituta no filme. Eu não poderia fazer isso porque é um tal estereótipo sobre as mulheres negras e sexualidade.”

Segundo Berry, quando ela leu o roteiro para o filme, ela relacionada com a personagem, Letícia, e tive que lutar para o papel porque o diretor não imaginar-la no papel. Explicando porque ela lutou por essa papel, Berry explicou, “Eu acho que ser uma mulher, especialmente uma mulher negra, posso identificar com a sua luta contra o racismo”.

Ela passou a filmar um dos cenas de sexo mais pornográficas na história do cinema americano com o ator branco Billy Bob Thornton. Eu me perguntei quantas mulheres negras foram lembradas dos relacionamentos senhor/concubina da época de escravidão quando elas assistiram a cena. Berry recebeu um Oscar por sua “desempenho”.

Aparentemente, Berry não sabia como racismo, exploração e sexo foram entrelaçadas nas sociedades escravos antigas. Essa é exatamente a história das mulheres afro-brasileiras e afro-americanas. Embora elites americanas acusado predadores brancas de carne negra de contaminando seus corpos, durante muitos anos elites brasileiras têm romantizada a violência sexual contra as mulheres negras e criou o mito de uma democracia racial que foi iniciado na senzala. Mas vamos lembrar, não pode haver ser harmonia e igualdade em qualquer situação em que uma pessoa possui um outro. Mulheres negras dos dois países também sufreram pós-escravidão coerção sexual em que foram forçadas ter relações sexuais com homens brancos e/ou os seus filhos para manter os seus empregos como domésticas em casas famílias brancas.

Em mais outro momento memorável de Halle Berry, houve o beijo com o ator Adrien Brody nos Oscars de 2003. Naturalmente, alguém poderia argumentar que Brody iniciado esse beijo, mas a questão é, ele ia tentar esse beijo com uma atriz branca, bem conhecida e respeitada? Considere a sexualização do secretário Sharon Stone retratada por Berry na versão filme do The Flintstones. Ou Berry mostrando seus peitos no filme Swordfish de 2004. Esse foi uma estratagema de dizer Hollywood que ela estava disposta a fazer tudo para se tornar uma atriz topo?
No Brasil, há um ditado popular que continua a ser popular em relação às mulheres: “Mulheres brancas para o casamento, mulatas para fornicação, negras para trabalho.”
Quando se considera que no Brasil, qualquer mulher negra atraente pode ser considerada uma mulata, entendemos que o papel reservado para as mulheres afro-brasileiras é trabalho e sexo. O respeito e dignidade do casamento e uma vida livre de trabalho é reservado para a mulher branca. O termo mulata pode ser interpretado três maneiras no Brasil. A primeira é uma mulher de ascendência mista africana/europeu. A segunda é uma mulher atraente de ascendência africana. O terceiro é o estereótipo da mulher negra atraente sexualmente que é sempre disponível sexualmente para qualquer homem. Na América, o estereótipo da mulher de de ascendência africana, sexualmente atraente, agressivo e disponível é a jezebel. Esses estereótipos têm afectado o estatuto social, o valor e a imagem da mulher negra em todo o mundo. O valor da mulher negra pode ser denegrido por homens de qualquer raça.
Vemos exemplos da disponibilidade sexual das mulheres negras americanas em filmes como Monster’s Ball, bem como filmes brasileiros como a refilmagem em 1999 do filme clássico de 1959, Orfeu Negro (simplesmente intitulado Orfeu). Em uma das cenas de abertura, ator/cantor afro-brasileira Toni Garrido é mostrado fazendo sexo com sua namorada, Mira, retratada pela atriz afro-brasileira, Isabel Fillardis. Na cena, Garrido e Fillardis engajam nas relações sexuais agressivas e a câmera mostra o corpo nu inteiro de Fillardis. Mais tarde no filme, Garrido prossegue Euridice, retratada pela atriz Patrícia França. Embora França não é exactamente branco, pelas padrões brasileiras, ela é uma mestiça branca. Na cena de amor de França e Garrido, o telespectador não vê o seu corpo e a cena é projetado como um interlúdio romântico, como se fosse sonho. O contraste das cenas de amor é o exemplo perfeito das imagens respectivas das mulheres negras e brancas na sociedade brasileira.

Em retrospectiva, considerando os decisões e imagem de Halle, ela provavelmente não sabe que existe uma canção brasileira que explica o contraste social mundial das mulheres negras e as mulheres brancas perfeitamente: “A carne mais barata do mercado é a carne negra”.

Black Beauty 10/Beleza Negra 10

March 27, 2009

Janaína Lince, left, born in Rio de Janeiro on March 12, 1979, is a Brazilian actress
Bianca Lawson , right, born in Los Angeles on March 20, 1979, is an American actress

Janaína Lince, esquerda, nasceu em Rio de Janeiro, 12 de março de 1979, é atriz brasileira
Bianca Lawson, direito, nasceu em Los Angeles, 20 de março de 1979, é atriz americana




Black Beauty 8/Beleza Negra 8

October 29, 2008

Meagan Good (left/esquerda)
American actress, born August 8, 1981
atriz americana, nasceu 8 de agosto de 1981

Taís Araújo (right/direito)
Brazilian actress, born November 25, 1978
atriz brasileira, nasceu 25 de novembro de 1978



Dreamgirls Americanas – Dreamgirls Brasileiras

October 19, 2008


Jennifer Hudson, Beyoncé Knowles, Anika Noni Rose/Lucy Ramos, Ildi Silva, Preta Gil

Look at these photos very carefully. At first glance, you may think that you are looking at two photos of the 2006 film, Dreamgirls. In reality, one of the photos was taken from the actual film while the other is an imitation. On the left are American actresses Jennifer Hudson, Beyoncé Knowles and Anika Noni Rose in the film. On the right, is a photo that appeared in the Brazilian magazine Quem, featuringthree Brazilian women in the same roles. From left to right are actresses Lucy Ramos, Ildi Silva and singer Preta Gil. Before there is any confusion or misunderstanding, there was not an actual Brazilian version of the film.
Olhe estas fotos com muito cuidado. À primeira vista, pode pensar que está olhando duas fotos do filme de 2006, Dreamgirls: Em Busca de Um Sonho. Na realidade, uma das fotos foi tirada do próprio filme enquanto o outro é uma imitação. À esquerda são atrizes americanas Jennifer Hudson, Beyoncé Knowles e Anika Noni Rose no filme. À direita, está uma foto que apareceu na revista brasileira “Quem”, que apresenta três mulheres brasileiras nos mesmos papéis. Da esquerda para direita são atrizes Lucy Ramos, Ildi Silva e cantora Preta Gil. Antes que haja confusões ou mal-entendido, não houve uma versão brasileira real do filme.

Black Beauty/Beleza Negra 7

October 15, 2008

Jill Marie Jones / Cris Vianna

Jill Marie Jones, actress/atriz, born in 1975/nasceu em 1975
Cris Vianna, actress/atriz, born in 1978/nasceu em 1978

Jill is an actress best known for her role on the television series “Girlfriends”. She was also a cheerleader for the Dallas Cowboys football team. Cris is an actress, singer and model who has appeared in television programs like “Duas Caras”, “Sinhá Moça” and “América”.

Jill é uma atriz mais conhecida por seu papel na programa de televisão, “Girlfriends”. Ela também era uma claque pelo Dallas Cowboys time de futebol americano. Cris é uma atriz, cantora e modelo que tem aparecido em programas de televisão “Duas Caras”, “Sinhá Moça” e “América”.




Black Beauty/Beleza Negra 6

October 9, 2008

KD Aubert, actress/atriz, model/modelo (left/esquerda)
Born December 6, 1978/Nasceu 6 de dezembro de 1978
She has appeared in various films such as Soul Plane and Friday After Next
Ela já apareceu em vários filmes como Soul Plane e Friday After Next

Ildi Silva, actress/atriz, model/modelo (right/direito)
Born October 8, 1982/Nasceu 8 de outubro de 1982
She has appeared in television shows like Poeira em Alto Mar and Paraíso Tropical
Ela já apareceu em vários filmes como Poeira em Alto Mar e Paraíso Tropical

Black Actresses/Atrizes Negras – Ruby Dee/Ruth de Souza

October 5, 2008

Today I want to acknowledge the life and work of two legendary black actresses, Ruby Dee and Ruth de Souza (photos below). Both of these women were born in the 1920s, Ruby in 1924, Ruth in 1921. They both appeared at a time when it was believed that roles for black women should be restricted to the kitchen if there was even a role for a black woman in the first place. Ruby began her career with the American Negro Theater, founded by Abram Hill and Frederick O’Neal in 1940 in New York. Ruth began her career with the Black Experimental Theatre, founded by Abdias do Nascimento in Rio de Janeiro in 1944. The ANT and the BET were formed to give opportunities to black actors and to present accurate portrayals of black life in America and in Brazil. Ruby and Ruth each have numerous credits that highlight their illustrious careers on stage, television and film. Still today, roles for black women on American and Brazilian television and film are minimal, but today’s black actresses still owe a debt of gratitude to these women for opening the doors of possibility.
Hoje eu quero reconhecer a vida e obra de duas atrizes negras lendárias, Ruby Dee e Ruth de Souza (fotos abaixo). Ambas destas mulheres nasceram na década de 1920, Ruby, em 1924, Ruth em 1921. Ambos apareceram numa altura em que se pensou que a papéis de mulheres negras deveriam ser limitadas à cozinha, se houvesse mesmo um papel para uma mulher negra no primeiro lugar. Ruby começou sua carreira com o Teatro Negro Americano, fundado por Abram Hill e Frederick O’Neal, em 1940, em Nova York. Ruth começou sua carreira no Teatro Experimental Negro, fundado por Abdias do Nascimento no Rio de Janeiro em 1944. O ANT e TEN foram formadas para dar oportunidades aos atores negros, e de apresentar retratos exatos da vida negra na América e no Brasil. Ruby e Ruth cada tem os inúmeros créditos que destacar as ilustres carreiras delas no palco, televisão e cinema. Ainda hoje, papéis para as mulheres negras nos televisão e cinema americana e brasileira são mínimas, mas hoje atrizes negras ainda devem uma dívida de gratidão para com estas mulheres para abrir as portas da possibilidade.




Black Beauty/Beleza Negra 4

September 17, 2008

Drew Sidora (Drew Sidora Jordan, born on May 1, 1985), left, is an American actress best known for her roles on the Disney Channel program, That’s So Raven and the 2006 film Step Up. Also a singer, she is currently finishing work on a CD.

Drew Sidora (Drew Sidora Jordan, nasceu 1 de maio, 1985), esquerda, é uma atriz americana mais conhecida por seu papel na programa do Rede Disney, That’s Portanto Raven e do filme de 2006, Step Up. Também uma cantora, ela está atualmente terminando trabalho no seu primeiro CD.

Juliana Alvez (Juliana Alves de Oliveira, born on May 3, 1982), right, is a Brazilian actress who became famous after participating in the third season of the Brazilian version of the reality show, Big Brother. She is also recognized for her role on the soap opera Duas Caras.

Juliana Alvez (Juliana Alves de Oliveira, nasceu 3 de maio, 1982), direito, é uma atriz brasileira que se tornou famosa após ela participou na terceira temporada da versão brasileira do show de “realidade”, Big Brother. Ela também é reconhecida por o seu papel na telenovela da Rede Globo, Duas Caras.

Dorothy Dandridge (November 9, 1922–September 8, 1965)

September 9, 2008

Two weeks ago I visited the library with a friend. The first book that caught my attention was a biography of the legendary actress Dorothy Dandridge. As I always do, I discover something, become fascinated with it, investigate and then move on to another topic. This was also true of my fascination with Dandridge. My first recollection of Dandridge was in the 1990s when there was discussion about who should portray her in a movie about her life. At the time, I was enrolled in a Humanities class and the professor of the class was also an acting coach. The class introduced us to classic African-American Jazz musicians as well as the beginnings of African-Americans in film. When I mentioned to my professor that Halle Berry and Janet Jackson were the top contenders to recreate the image of Dandridge, he laughed and said neither of them had the talent to accurately portray Dandridge. We all know that Halle Berry would eventually win the part and go on to recreate the tormented life of Hollywood’s black princess in the HBO film, Introducing Dorothy Dandridge.

I was introduced to Dandridge in the 90s and here it was August of 2008 and the Donald Bogle book, Dorothy Dandridge: A Biography, once again introduced me to the success and tragedy that was the story of a woman who arguably opened the doors for the success of black actresses like Berry, Diana Ross, Diahann Carroll, Pam Grier and so many others. Dandridge was the first black woman to earn an Oscar nomination for Best Actress (1954). Before her rise to stardom, the majority of black women featured in films portrayed maids and domestic servants. I purchased Bogle’s book and haven’t been able to put it down since it arrived in my mailbox. Although the book has consumed my time for the past week, I didn’t realize until this morning that today is actually the day that Dandridge was discovered dead in her apartment in 1965. Her story reveals so much about the experience of African-Americans and particularly African-American women. I would also argue that the Dandridge story is also emblematic of the experience of Afro-Brazilian women as well.

Isaura Bruno (“O Direito de Nascer”) Hattie McDaniel (“Gone With the Wind”)

In both the US and Brazil, women of visible African ancestry have been stereotyped into two images that plague their existence even in modern times. The first is the fat, unattractive, asexual, dark-skinned nurturer. In America she is known as “Mammy” or “Aunt Jemima” while in Brazil she is known as “Mãe Preta”. The second image is the attractive, hypersexual vixen, a stereotyped that white men used to justify rape and sexual exploitation. In America, she is portrayed as a “Jezebel” and sometimes called “Brown Sugar”, while the corresponding Brazilian image in the “Mulata”. The hypersexual image of African-American and Afro-Brazilian women continue today through images featured in Hip Hop music videos and the yearly Carnaval in Rio de Janeiro that attracts thousands of men to Brazil who participate in the sexual tourism industry. Afro-Brazilian women are also presented in sexually explicit brochures that attract many European men to the northeastern state of Bahia.
Afro-Brazilian actress Aizita Nascimento /African-American actress Pam Grier
atriz afro-brasileira Aizita Nascimento/atriz afro-americana Pam Grier

In the era of slavery, both in the US and Brazil, white men kept two types of black women: one to work in the kitchen and one in the bedroom. This arrangement is apparent in a saying that is still popular in Brazil today: White woman for marriage, mulatto woman for fornication and black woman for work. Dandridge would learn this lesson throughout her career, personal life and experiences with white men. Based on these experiences, she wrote:
“On the lower levels, in the South, the black woman was often the classic “kept woman” in a cabin. Today she might be in an apartment, or more likely she is simply visited from time to time, but in any case she is sexually used. I went up the ladder of American public life, but only to get the same treatment up there where the bank accounts might be bigger or the reputations greater, but the attitudes were the same. I learned that the same thing applied to me as to any good-looking washwoman or houseworker in Mississippi: you can be used but don’t expect to be received publicly and legally as a wife. Nothing that I had….beauty, money, recognition as an artist – was sufficient to break through the powerful psychological bind of racist thinking.”
Dandridge also experienced the “mulatto woman” treatment in Brazil. The relationship that nearly drove her to suicide involved a Brazilian aristocrat who treated her like a queen and offered her a castle in Rio de Janeiro, but only as a mistress, not a wife. Ultimately, it was the bad investments of her husband Jack Dennison that forced Dandridge into bankruptcy and led to the demise of her career. Black America’s princess died of a drug overdose on September 8, 1965. I dedicate this piece to the memory of her talent, beauty and grace that stands as an example for black female entertainers still today.
Actress Ildi Silva Singer/actress Beyonce – atriz Ildi Silva/cantora-atriz Beyonce

Há duas semanas, visitei a biblioteca com um amigo. O primeiro livro que peguei a minha atenção foi uma biografia do lendário atriz Dorothy Dandridge. Como eu sempre faço quando eu descobro algo, tornar-se fascinado com ele, investigar e depois mudar para outro tópico. Isso foi verdade também do meu fascínio com Dandridge. A minha primeira recordação de Dandridge foi na década de 1990, quando houve discussão sobre o que quem deveria retratar ela em um filme sobre sua vida. Na altura, eu estava matriculado em uma aula de Humanidades e o professor da foi também um treinador de atores. A aula apresenta-nos a clássica músicos negros de Jazz e tambem a inauguração de afro-americanos em filme. Quando me referi ao meu professor que Halle Berry e Janet Jackson foram os competidores principais para recriar a imagem de Dandridge, ele ri e disse nenhum deles tinha o talento para retratar Dandridge com exatidão. Todos nós sabemos que Halle Berry acabaria vencer a papel e ir para recriar a vida atormentada da princesa negra de Hollywood na filme do HBO, Dorothy Dandridge – O Brilho de uma Estrela (Introducing Dorothy Dandridge).

Eu fui introduzido a Dandridge nos anos 90 e agora é agosto de 2008 e o livro de Donald Bogle, Dorothy Dandridge: Uma Biografia, mais uma vez me apresentou ao sucesso ea tragédia que foi a história de uma mulher que indiscutivelmente abriu as portas para o sucesso das atrizes negras como Berry, Diana Ross, Diahann Carroll, Pam Grier e tantos outros. Dandridge foi a primeira mulher negra a ganhar um nomeação de Oscar de Melhor Atriz (1954). Antes de sua ascensão ao estrelato, a maioria das mulheres negras nas filmes retratado empregadas domésticas. Eu comprou o livro de Bogle e não têm sido capazes de deixa de ao ler o livro uma vez que chegou na minha caixa de correio. Embora o livro tenha consumido o meu tempo para a semana passada, eu não percebo até esta manhã, que hoje é realmente o dia em que Dandridge foi descoberto morto em seu apartamento em 1965. Sua história revela muito sobre a experiência de afro-americanos e particularmente as mulheres afro-americanas. Gostaria também argumentar que a história Dandridge também é emblemática da experiência das mulheres afro-brasileiras.

Em ambos os países (EUA e Brasil), as mulheres de visível ascendência africana foram retratou em duas imagens estereotipadas que pragou sua existência, mesmo em tempos modernos. O primeiro é a gordura, sem atrativo, assexuada, alimentadora de pele escura. Na América, ela é conhecida como “Mammy” ou “Tia Jemima”, enquanto no Brasil ela é conhecida como “Mãe Preta”. A segunda imagem é a raposa atraente e hipersexual, uma estereótipo que os homens brancos utilizados para justificar a estupro ea exploração sexual. Na América, ela é retratado como um “Jezabel (prostituta)” e, às vezes chamado de “Brown Sugar” (açúcar mascavo), enquanto no Brasil, as imagems correspondentes é na figura da “mulata”. A imagem da mulheres hipersexuais afro-americanas e afro-brasileiras continuam hoje nas imagens dos vídeos de música Hip Hop e o anual Carnaval em Rio de Janeiro que atrai milhares de homens para o Brasil que participam na indústria do turismo sexual. As mulheres afro-brasileiras também são apresentadas nos brochuras sexualmente explícitas que atraem muitos homens europeus ao estado da Bahia na nordeste do Brasil.

Na época da escravidão, tanto no Brasil e os EUA, homens brancos mantidos dois tipos de mulheres negras: um para o trabalho na cozinha e um no quarto. Esta disposição está aparente em uma provérbio que ainda é popular no Brasil hoje: “branca para casamento, mulata para fornicação e negra para trabalho”. Dandridge iria aprender essa lição durante todo a sua carreira, vida pessoal e experiências dela com os homens brancos. Com base nestas experiências, ela escreveu:

“Ao níveis mais baixos, no sul do país, a mulher negra foi muitas vezes o clássico “mulher mantida”, em uma cabana. Hoje ela pode estar em um apartamento, ou, mais provavelmente, ela é simplesmente visitada às vezes, mas, em qualquer caso, ela é usada sexualmente. Fui até a escada da vida pública americana, mas apenas para obter o mesmo tratamento até lá onde as contas bancárias poderão ser maiores ou as reputações maior, mas as atitudes eram os mesmos. Eu aprendi que a mesma coisa aplica a mim como a qualquer doméstica atraente no Mississippi: pode ser usado, mas não esperam para ser recebido publicamente e legalmente como uma esposa. Nada do que eu tinha …. beleza, dinheiro, reconhecimento como uma artista – foi suficiente para romper o poderoso psicológico vincular de pensamento racista.”

Dandridge também viviu a tratamento da mulher mulata no Brasil. A relacionamento que ela quase a levou ao suicídio envolveu um aristocrata brasileira que a tratada como uma rainha e ofereceu-lhe um castelo no Rio de Janeiro, mas apenas como um amante, e não uma esposa. Por fim, foi a maus investimentos do marido Jack Dennison que forçou Dandridge a declarar falência e que levou à demissão de sua carreira. A princesa negra americana morreu por uma overdose de drogas em 8 de setembro de 1965. Dedico esta peça à memória de seu talento, beleza e graça que permanece como um exemplo para as animadores negras ainda hoje.


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