The danger of having brown skin – O perigo de ter pele marrom

The danger of having brown skin

Este sistema não tem futuro para a juventude negra. Revolução sim!

It’s interesting to note how people perceive race relations in the United States and in Brazil. In general, America has an image of a country of racial hatred and animosity. On the other hand, people perceive Brazil to be a place free of racism, discrimination and hatred. But when history and statistics are considered, it is difficult to understand why this perception exists. Although it is true that America does have a history of racial animosity and hatred, relations in Brazil are not always as cordial one would believe. When people think of countries that preach white supremacy, they usually imagine places like Nazi era Germany, Jim Crow America and Apartheid era South Africa. But if social inequality, inaccurate media representation and mistreatment of one group toward another are considered essential factors of white supremacy, Brazil also belongs in this category.

Because of world history, documentaries and news reports, many people are familiar with atrocities committed by the Nazis and the Ku Klux Klan, but it appears that few people know the history of death squads and the military police in Brazil. It might be surprising to know, but it is much more dangerous to be a citizen of Brazil than to be a citizen of the United States. A few statistics will prove my point.
Fight against the genocide of black people. React to racial violence. Don’t kill our children…

  • In 2003, police in Rio de Janeiro killed 4 times more people than police in the entire United States.
  • In 2003, police in Rio killed 1,195 people. By comparison, police in the entire United States killed 1,080 people within a three year period (2002-2004)
  • In 2003, police in São Paulo killed 868 people. In 1992, São Paulo police killed 61 times more people than New York City police killed in that same year (15 times more per capita)
  • In 2003, police in three Brazilian states (São Paulo, Rio de Janeiro and Minas Gerais) killed nearly 5 times more people than American police killed in the entire United States (1749 and 370 respectively)
  • Between 1990 and 2001, São Paulo police killed 7,942 people. Between those same years, police in the entire United States killed 4,558 people. To put these numbers in perspective, the combined total police murders in Rio de Janeiro and São Paulo in one year (2003) was 2,063. That is two-thirds the total number of US casualties (2,947) in nearly a three year period (March 2003 to December 2006) in the war in Iraq.
  • In 2004, in the northeastern Brazilian state of Bahia, 699 of the 706 deaths of people between the ages of 15 and 29 were Afro-Brazilian. In comparison, in another period of high murder rates, in a three year period (1987-1990) in the city of Chicago, 708 African-American men between the ages of 14 and 29 were killed.
  • In 2007, 426 African-American youth between the ages of 14 and 17 were killed in the entire United States. Between the years 2008 and 2009, more than 3,000 people were killed in the northeastern city of Recife. The population of Recife (in the state of Pernambuco) is 1.5 million. In comparison, the combined number of homicides in the states of New York and California in 2005 was approximately 3,400. The combined population of California and New York in 2005 was approximately 55 million.
  • In the Brazilian capital city of Brasilia in 2004, a black youth was 5 times more likely to be killed than a white youth. This is equal to a 2007 report about blacks in the city of Philadelphia, Pennsylvania.

Funeral of/de Sean Bell

The differences between the murders of African-Americans and Afro-Brazilians is that the vast majority of the murders of black men in Brazil appear to be committed by police and death squads, many of which are former or off duty police. In the United States, approximately 94% of murders of black men are committed by other black men. Because of these numbers, one writer described black killers of other black men the “Black KKK.” It should also be acknowledged that a large percentage of police in Brazil are Afro-Brazilian. The bottom line here is that whether the murders are committed by police, death squads or black men, having brown skin in either country can be dangerous.

Burial of/Enterro de Wellington Gonzaga da Costa, Marcos Correia & David Wilson Florêncio

O perigo de ter pele marrom

É interessante notar como gente percebe as relações raciais nos Estados Unidos e no Brasil. Em geral, a América tem uma imagem de um país de ódio racial e animosidade. Por outro lado, gente percebe Brasil ser um lugar livre de racismo, discriminação e ódio. Mas, quando história e as estatísticas são consideradas, é difícil compreender a razão este percepção existe. Embora é verdade que a América tem uma história de animosidade e ódio racial, as relações no Brasil não são tão como cordial como gente acredita. Quando gente pense em países que pregam supremacia branca, normalmente costumam imaginar lugares como a época de Alemanha nazista, a época de Jim Crow na América e o época de Apartheid em África do Sul. Mas, se a desigualdade social, representação impreciso na mídia e maus tratos de um grupo por outro são considerados fatores essenciais da supremacia branca, o Brasil também pertence nesta categoria.

Por causa da história do mundo, documentários e notícias, muitas pessoas estão familiarizados com atrocidades cometidas pelos nazistas e o Ku Klux Klan, mas parece que poucas pessoas sabem a história das esquadrões da morte e o polícia militar no Brasil. Pode ser surpreendente para saber, mas é muito mais perigoso para ser um cidadão do Brasil do que ser um cidadão dos Estados Unidos. Algumas estatísticas vai provar o meu ponto.

  • Em 2003, a polícia do Rio de Janeiro matou 4 vezes mais do que a policia em todos os Estados Unidos.

    Em 2003, a polícia no Rio matou 1.195 pessoas. Em comparação a polícia dos Estados Unidos matou 1.080 pessoas no período de 3 anos (2002-2004).

    Em 2003 a polícia de São Paulo matou 868 pessoas.

    Em 1992, São Paulo matou 61 vezes mais que a polícia de Nova York naquele mesmo ano (15 vezes mais per capita).

    Em 2003, a polícia de três estados brasileiros (São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais) matou quase 5 vezes mais do que toda a polícia americana (1749 e 370 respectivamente).

    Entre 1990 e 2001, a policia de São Paulo matou 7942 pessoas. Neste mesmo espaço de tempo a polícia de todos os Estados Unidos matou 4.558 pessoas. Colocando se estes números em perspectiva, o total de crimes da policia do Rio e de São Paulo em 2003 foi 2063. Isto representa 2/3 do total de casualidades americanas (2947) num período de quase três anos (Março de 2003 a Dezembro de 2006) na guerra do Iraque.

    Em 2004, no estado da Bahia na nordeste brasileiro, 699 das 706 mortes de pessoas entre as idades de 15 e 29 eram afro-brasileiras. Em comparação, em outro período de altas taxas de homicídio, em um período de três anos (1987-1990) na cidade de Chicago, 708 homens afro-americanos entre as idades de 14 e 29 foram mortos.

    Em 2007, 426 juventude afro-americana entre as idades de 14 e 17 foram mortos em todo o Estados Unidos.

    Entre os anos 2008 e 2009, mais de 3.000 pessoas foram mortas em Recife do nordeste brasileiro. A população do Recife (no estado de Pernambuco) é de 1,5 milhões. Em comparação, o número combinado de homicídios nos estados americanos de Nova Iorque e Califórnia, em 2005 foi de aproximadamente 3.400. A população combinada da Califórnia e Nova York em 2005 foi de aproximadamente 55 milhões.

    Na Distrito Federal de Brasília, em 2004, um juventude negra foi 5 vezes mais provável ser morto do que uma juventude branca. Esta é igual um relatório de 2007 sobre os negros americanos na cidade de Filadélfia, Pensilvânia.

As diferenças entre os assassinatos de afro-americanos e afro-brasileiros é que a grande maioria dos assassinatos de negros no Brasil parecem ser cometidas por policiais e esquadrões da morte, muitos dos quais são ex-policias ou de folga. Nos Estados Unidos, cerca de 94% dos assassinatos de homens negros são cometidos por outros negros. Devido a estes números, um escritor negro descrito negros assassinos de outros negros o “negro KKK”. Também deveria ser reconhecido que uma grande percentagem da polícia no Brasil é afro-brasileiro.

O ponto final aqui é que, independentemente de os assassinatos sejam cometidos por policiais, esquadrões morte ou negros, ter pele marrom em qualquer país pode ser perigoso.

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