Michelle Obama and the pigmentocracy in the African-American community – Michelle Obama e a pigmentocracia da comunidade afro-americana

Michelle Obama and the “brown skin” pigmentocracy in the African-American community.

Dina Leach and Michelle Obama

Since the time African-Americans realized Barack Obama really had a legitimate chance of becoming the first black president, I’ve heard and read one particular comment by African-American women that I believe is an exaggeration. In online forums and in conversations, I always hear African-American women say: “Barack has a REAL black woman.”

What people usually mean by this is that Michelle Obama is not a light-skinned woman. She doesn’t have the mixed black appearance of singers like Alicia Keys or Mariah Carey. But it is also true that terms like light and dark are relative. In countries like the Sudan, Michelle Obama could be considered light-skinned.

“I’m so happy that Barack chose a REAL black woman”, African-American women always say.

But is she a REAL black woman? I mean, of course she is clearly a woman of African ancestry, but there are millions of women around the world who have darker skin than Michelle. My point in writing this is that there has always existed a pigmentocracy in the African-American community. In the early 20th century, there existed many black churches, social clubs and schools where the acceptance of an African-American depended upon the tone of skin of the applicant. The test was called the “brown paper bag test”; a person was either accepted or rejected in these places depending on whether the color of their skin was lighter or darker than a brown paper bag. If the skin color of the prospective member was lighter than the bag, the person was accepted. If their skin was darker than the bag, they were rejected.


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Although beauty standards in the black community have given certain advantages to light-skinned African-Americans, the standard for “acceptable blackness” in the black community eventually became the medium brown skin tone. As Laila Haidarali explained, “the ‘brownskin’ occupied the middle space of being visibly “black,” but not too dark-skinned to disrupt dominant aesthetic values.” According to Haidarali, in the post World War 2 era, black magazines like Ebony tried to combat the stereotype of black women as being unattractive, dark-skinned, mammies and maids by bestowing upon the brown-skinned woman attributes traditionally denied to black women: beauty, poise and success.

Mary McLeod Bethune

In the 1940s, educator Mary McLeod Bethune was given the highest position of any African-American in the administration of President Franklin Roosevelt and was considered a great African-American leader, but many African-Americans felt she was too dark and ugly (nappy hair and thick Negroid features) to represent blacks on a national and international level. The standard of “acceptable blackness” in the brown-skinned woman and the debate of light skin versus dark skin is still very strong in the black community today. I would argue that it is not an issue of light skin or dark skin at all, but rather an issue of being “too dark”, or “BLACK”, as African-Americans describe very dark-skinned African-Americans.


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So my question is, if the standard of “acceptable blackness” is the person of light to medium brown skin and facial features that are not “too Negroid”, how would African-Americans react if the skin tone and facial features of Barack Obama’s wife was closer to that of the citizens of the Sudan? Very rarely does a model with the skin color and facial features of Sudanese model Alek Wek appear in black magazines. Books, magazines and hair advertisements targeted at the African-American community consistently feature black women of light to medium brown skin and “less Negroid” facial features. The complexion of many people in the Sudan is closer to the actual color black than any African-American model. The medium skin tone of Michelle Obama simply supports the dominant aesthetic of “acceptable blackness”, or better yet, “brown-ness”. So, I ask, what is a REAL black woman?

I dedicate this post to the people of Darfur in the Sudan.
Alek Wek

Sudanese people

Michelle Obama e a pigmentocracia da “pele marrom” na comunidade afro-americana.

Desde do tempo que os afro-americanos perceberam que Barack Obama realmente tinha uma chance legítima de se tornar o primeiro presidente negro, tenho ouvi e li um comentário particular das mulheres afro-americanas que, em minha opinião, é um exagero. Nos fóruns on-line e em conversas, eu sempre ouço mulheres afro-americanas dizem: “Barack tem uma mulher negra verdadeira”.

O que gente quer dizer é que Michelle Obama não é uma mulher de pele clara. Ela não tem a aparência das cantores negro-mestiças como Alicia Keys e Mariah Carey. Mas também é verdade que expressões como clara e escuro são relativos. Em países como o Sudão, Michelle Obama poderia ser considerada uma mulher de pele clara.

“Estou tão feliz que Barack escolheu uma mulher negra verdadeira”, mulheres afro-americanas sempre dizem.

Mas ela é uma mulher negra verdadeira? Quero dizer, ela é claramente uma mulher de ascendência africana, mas há milhões de mulheres por todo do mundo que têm pele mais escura do que Michelle. O meu ponto de escrever isso é que sempre existiu uma pigmentocracia na comunidade afro-americana. No início do século 20, existiam muitos igrejas, clubes sociais e escolas dos negros onde a aceitação de um afro-americano dependeu do tez do pele do candidato. O teste foi chamado de “teste de saco de papel marrom”, uma pessoa foi aceitado ou rejeitado nestes locais dependendo da se a cor de sua pele era mais clara ou mais escura do que um saco de papel marrom. Se a cor da pele do membro potencial foi mais clara do que o saco, a pessoa foi aceitado. Se a sua pele era mais escura do que o saco, eles foram rejeitados.

Embora padrões beleza na comunidade negra deram certas vantagens aos afro-americanos de pele clara, o padrão para “negrura aceitável” na comunidade negra se tornou a pele meio-marrom. Como Laila Haidarali explicou, “a pelemarrom ocupava o espaço meio de ser visívelmente “negra”, mas não escura demais para perturbar valores estéticos dominantes.” Segundo Haidarali, na era pós-Guerra Mundial II, revistas negras como Ebony tentei lutar contra o estereótipo das mulheres negras como sendo sem atractiva, de pele escura, “mammies” (Mães Pretas) e empregadas por outorgar sobre a mulher de pele marrom atributos tradicionalmente negados às mulheres negras: beleza, compostura e sucesso.

Na década de 1940, educadora Mary McLeod Bethune foi dada a posição mais alta de qualquer afro-americana na administração do Presidente Franklin Roosevelt, e foi considerado um grande líder afro-americana, mas muitos afro-americanos sentiram que ela estava escuro e feio demais (cabelo pixaim e características facias negróides) a representar negros em um nível nacional e internacional. O padrão de “negrura aceitável” na mulher de pele marrom e o debate de pele clara versus pele escura ainda é muito forte na comunidade negra hoje. Eu diria que não é uma questão de pele clara ou de pele escura, mas sim uma questão de ser “escuro demais”, ou “preto (BLACK)”, como afro-americanos descrevem afro-americanos de pele muito escura.

Então, minha pergunta é, se a padrão de “negrura aceitável” é a pessoa de pele clara a pele marrom médio e características facias que não são “negróide demais”, como os afro-americanos ia reagir se a tez de pele e características facias de a mulher de Barack Obama foi mais perto dos cidadãos do Sudão? Muito raramente é um modelo com a cor da pele e características facias do modelo sudanesa Alek Wek aparece nas revista negras. Livros, revistas e propagandas de cabelo direcionadas à comunidade afro-americana consistentemente apresentam mulheres negras de pele clara e pele marrom médio e características faciais “menos negróide”. A cor da pele de muitas pessoas no Sudão se aproxima da cor preta do que qualquer modelo afro-americana. A tez de pele média de Michelle Obama simplesmente apoia a estética dominante de “negrura aceitável”, ou melhor ainda, “morenidade”. Então, pergunto, o que é uma mulher negra verdadeira?

Dedico este postagem ao povo de Darfur, no Sudão.

One Response to “Michelle Obama and the pigmentocracy in the African-American community – Michelle Obama e a pigmentocracia da comunidade afro-americana”

  1. Anonymous Says:

    você tem uma historia muito importante para relatar mas,tens que melhorar a grafia ok?

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