Interracial marriage, part 2/Casamento interracial, parte 2

Yesterday, my introduction into the topic of interracial marriages and relationships included data and statistics. Today, I want to concentrate more on the social ideologies, significance and opinions on this subject. In Brazil, it is often assumed that interracial marriages don’t stimulate the same amount of controversy as in the United States. In general, because of the different histories of the two countries, I would agree, at least on the surface. But as I have written on this blog, things in America and Brazil are often more complicated than they appear on the surface level. Over the years, I have read many Brazilian online forums, comments sections in newspapers and blogs and from what I see, many Brazilians continue to see the USA as it was 40 years ago. They continue to believe that miscegenation and interracial marriage and relationships don’t exist in America, a direct opposite reality than in Brazil where miscegenation is considered the rule rather than the exception.

There is no denying that interracial relationships are still a taboo in American society. But it is also true that interracial marriages and relationships are much more common and interracial couples experience much less hostility than these type of couples attracted 40 years ago. It is common to see interracial couples on American television programs but not as common in films, particularly the couple in which the man is black and woman is white. The internet is full of websites in which people seaching for love do not have a preference for the race of their potential partner. In comparison to the 1960s, America is definitely not the same country. In Brazil, interracial couples are much more common than in the USA but the fact remains that there are segments of Brazilian society that reject these types of relationships. Black soccer stars, musicians and others have explained in various interviews their experiences of rejection and racism when the subject is interracial romance. Black anthroplogist Kabengele Manunga of the University of Sao Paulo once revealed that he notices the stares he and his wife receive when they are in Sao Paulo. Others say that they didn’t earn the acceptance of potential white partners until they became famous or rich.
Although it is well known that interracial marriage was outlawed in many American states until 1967 and the fact that African-American men could experience extreme hostility and even death if they were suspected of having a relationship or even appearing to have interest in white woman. Even though marriages between blacks and whites were discouraged, clandestine sexual relationships between blacks and whites have occurred since the beginning of American colonization. What may be surprising is that this type of hostility and disgust toward interracial relationships was and is still common in Brazil also. Although it is true that there are more interracial couples in Brazil it doesn’t mean that these types of unions are always supported by families and friends. Authors like Eneida de Almeida dos Reis, Miriam Steffen Vieira, Florestan Fernandes, Fernando Henrique Cardoso and others have documented the disapproval many interracial couples experience, particularly in the southern, whiter states of Brazil. Similar to America history, Brazilian society perpetuated sexual stereotypes about black men and women that justified sexual exploitation and a desire for sexual relationships with black men and women but not necessarily marriage. In America and Brazil, black women are portrayed as hot, promiscuous women that offer white men more memorable sexual experiences than the “pure”, “innocent” white woman whose role is simply to be mother and wife. In America, this image of the black woman is the Jezebel; in Brazil, she is the mulatto.
Ontem, a minha introdução á tema dos casamentos e relacionamentos interraciais incluídos os dados e estatísticas. Hoje, quero concentrar-se mais sobre as ideologias sociais, a significância e as opiniões sobre este assunto. No Brasil, é frequentemente assumido que casamentos interraciais não estimulam a mesma quantidade de controvérsia como nos Estados Unidos. Em geral, devido às diferentes histórias dos dois países, eu concordo, pelo menos na superfície. Mas como tenho escrito neste blogue, as coisas na América e no Brasil são muitas vezes mais complicado do que aparecem na superfície. Ao longo dos anos, tenho li muitos fóruns brasileiros online, seções de comentários em jornais e blogs e do que vejo, muitos brasileiros continuam a ver o EUA como era há 40 anos. Eles continuam a acreditar que a miscigenação e casamentos e relações interraciais não existem na América, uma realidade oposta directo do que no Brasil onde miscigenação é considerada a regra e não a excepção.
Não há negação que relacionamentos interraciais ainda são um tabu na sociedade americana. Mas também é verdade que casamentos e relacionamentos interraciais são muito mais comuns e casais interraciais vuvem muito menos hostilidade do que estes tipos de casais atraíram há 40 anos. É comum ver casais interraciais em programas americanas de televisão, mas não tão comum em filmes, em especial a casal no qual o homem é negro e a mulher é branca. A internet está cheia de sites em que as pessoas em busca de amor não têm uma preferência para a raça do seu potencial parceiro. Em comparação com a década de 1960, a América definitivamente não é o mesmo país. No Brasil, casais interraciais são muito mais comuns do que nos EUA mas a verdade permanece que há segmentos da sociedade brasileira que rejeitar estes tipos de relacionamentos. Jogadores negros de futebol, músicos e outros, em várias entrevistas terem explicado as suas experiências de rejeição e de racismo quando o assunto é romance interracial. Antropologo negro Kabengele Manunga da Universidade de São Paulo revelou que que ele percebe olhares fixos que ele e sua esposa branca recebem quando estão em São Paulo. Outros dizem que eles não ganham a aceitação de potenciais parceiros brancos até que eles tornam famoso ou rico.
Embora é bem conhecido que casamento interracial foi proibido em muitos estados americanos até 1967 e o fato que homens afro-americanos poderiam vivem extrema hostilidade e até mesmo a morte se fossem suspeitas de terem um relacionamento ou mesmo aparecendo a ter interesse em uma mulher branca. Embora os casamentos entre brancos e negros foram desencorajados, relações sexuais clandestinos entre brancos e negros têm ocorrido desde o início da colonização americana. O que pode ser surpreendente é que este tipo de hostilidade e repugnância em direção de relacionamentos interraciais foi e ainda é comum no Brasil também. Embora é verdade que existem mais casais interraciais no Brasil, isso não significa que estes tipos de uniões estão sempre apoiado pelas famílias e amigos. Autores como Eneida de Almeida dos Reis, Miriam Steffen Vieira, Florestan Fernandes, Fernando Henrique Cardoso e outros têm documentado a desaprovação muitos casais interraciais vivem, especialmente nos estados meridional do Brasil onde os brancos são a maioria. Semelhante à história americana, a sociedade brasileira perpetuado estereótipos sexuais sobre mulheres negras e homens negros que justifique a exploração sexual eo desejo de uma relação sexual com os homens negros e as mulheres negras, mas não necessariamente casamento. Nos Estados Unidos da América e no Brasil, as mulheres negras são retratadas como mulheres quente e promíscuo que oferecem homens brancos experiências sexuais mais memoráveis do que a mulher branca “pura” e “inocente” cujo papel é simplesmente a ser mãe e esposa. Na América, esta imagem da mulher negra é a Jezebel; no Brasil, ela é a mulata.

3 Responses to “Interracial marriage, part 2/Casamento interracial, parte 2”

  1. Maria Ester Says:

    Olá!! Encontrei o seu blog numa comunidade e resolvi entrar. Gostei imensamente do que li, estarei outras vezes visitando-o. Um grande ano pra vc e família. Abraços, Ester.

  2. Portuguese Lessons in Bahia Says:

    Hello Mr. Marques,Congratulations! Your blog is nice!A miscigenação é também uma consequência da globalização. As pessoas se encontram e se desatam facilmente no mundo cibernético e virtual. As relações são humanas, hoje, acredito eu, as etnias já não se estabelecem ditando regras e normas culturais. A liberdade do ser de ser o que quiser ser é muito mais ampla, muito mais dinâmica e interativa.Devemos nos acostumar a olhar as pessoas no seu interior, esquecendo os valores etnicos culturais.Adorei o seu blog! Se precisar de alguém para fazer algumas correçõs no português, estou a disposição.Forte Abraço e Feliz Ano Novo!Cristiane Mattoshttp://www.portugueseinbahia.blogspot.com

  3. The Prospector Says:

    Great points. Some have noted that the sexual exploitation of black women in America by white males have also sexually repressed white women as a result. Their perceived freedom is actually within the boundaries of white men. If she is too “freaky”, she moves too far on the Whore side of the Madonna-Whore continuum. Is this the same in Brasil?

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