Television and the Perpetuation of Black Self-Hatred/A televisão ea perpetuação do auto-ódio negro

Television and the Perpetuation of Black Self-Hatred

The NAACP (National Association for the Advancement of Colored People) recently released another study of the diversity or lack of diversity in the American television industry. In the fourth installment of the report entitled “Out of Focus, Out of Sync, Take 4“, the organization reported a “virtual disapperance” of television programs aimed at the African-American community since minor television networks WB and UPN merged to form the CW network. Only one major television network (CBS) features a cast led by African-Americans. The report also found an 8% decrease of minority actors featured on prime-time programs between 2002 and 2007 and a 17% decrease of minority writers from the previous season. Minorities studied included African-Americans, Hispanics, Asians and Native Americans. The situation in Brazil is even worse. According to study entitled “Where is the black on public TV?”, 88.6% of television hosts and 93.3% of journalists are white. Another statistic showed that 82% of all Brazilian television programming featured nothing about race or approached Afro-Brazilian themes. Afro-Brazilians represent half of Brazil’s 190 million citizens.
In many ways, the struggle for black representation on televison in the two countries represent the different stages of the struggle for equality for African descendants in the two countries. On the four major American television networks, African-Americans, who represent 13% of the American population, actually achieve or slightly surpass their population proportions on television but are severely underrepresented as writers, producers and directors of television programming. After the gains of the Civil Rights Movement in the past 50 years that presented more opportunity for African-American actors in front of the camera, African-Americans now struggle for control of how they are portrayed in front of the camera from behind the camera where opportunities for black writers, producers and directors are rare. For example, in the 2005-2006 television season, black writers represented only 5.2% of all writers employed.
For Afro-Brazilians, where some estimate the victories of the Black Movement to be 20-40 years behind the struggle in America, the immediate challenge is still securing roles for darker faces on Brazilian television screens. Some people continue to ask why it is still necessary to discuss the issue of the lack of diversity in front of and behind the television camera. The answer remains the same. The mental and emotional stability and well-being of both these populations after having endured hundreds years of slavery and post-abolition racism, exclusion and white supremacy has still yet to be fully addressed in either country. A number of authors have written about the sickness of self-hatred perpetuated by a system of white supremacy that has been disasterous for the self-esteem of millions of African descendants throughout the Diaspora. Within the psyche of many blacks, there remains a rejection of blackness and a lack of self-love that manifests in the high rates of black-on-black violence, the desire (acknowledged or denied) to be white or produce white or lighter-skinned offspring and the overall adoration of whiteness. The invisibility of blacks on television and or their negative representation when they are presented, represents at best the opinion of the dominant society that blacks are inferior or at worst, they should disappear.
The power of television and the overall media resides in the acceptance of this thesis by the excluded population that has yet to address the psychological horrors and wounds that have been inflicted over the duration of its existence.

A televisão ea perpetuação do auto-ódio negro.

A NAACP (National Association for the Advancement of Colored People/Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor) recentemente lançado mais uma estudo da diversidade ou da falta de diversidade na indústria televisão americana. Na quarta parcela do relatório intitulado “Out of Focus, Out of Sync, Tome 4″ (Fora de foco, fora de ordem, #4) a organização relatou o “desaparecimento virtual” das programas de televisão que visam a comunidade afro-americana desde as redes menores de televisão WB e UPN fundiram para formar a rede CW. Apenas uma das rede maiores de televisão (CBS) apresenta um elenco liderado por afro-americanos. O relatório também encontrou uma diminuição de 8% nas atores minorias apresentados nas programas de horário nobre entre 2002 e 2007 e uma redução de 17% dos escritores minorias na temporada anterior. Minorias estudada incluiu afro-americanos, hispânico-americanos, asiático-americanos e índios americanos nativos. A situação no Brasil é ainda pior. Segundo o estudo, intitulado “Onde está o negro na TV pública?”, 88,6% dos apresentadores de televisão e 93,3% das jornalistas são brancos. Outra estatística mostrou que 82% de todos das programações de televisão brasileira apresentou de nada sobre raça ou abordados temas afro-brasileiras. Afro-brasileiros representam metade da população brasileira, 190 milhões de cidadãos.
Em muitos aspectos, a luta pela representação negra no televisão nos dois países representam as etapas diferentes da luta pela igualdade para descendentes africanas nos dois países. Nas quatro redes principais de televisão americana, afro-americanos, que representam 13% da população americana, realmente atingim ou superam ligeiramente sua proporção da população na televisão, mas são gravemente subrepresentadas como escritores, produtores e diretores de programação de televisão. Após os ganhos do Movimento dos Direitos Civis nos últimos 50 anos, que apresentou mais oportunidades para afro-americanos na frente da câmera, agora afro-americanos lutam pelo controlo da forma como elas são retratadas na frente da câmera de atrás da câmera onde as oportunidades para escritores, produtores e diretores negras são raras. Por exemplo, na temporada de televisão de 2005-2006, escritores negros representaram apenas 5,2% de todos os escritores empregados.
Para afro-brasileiros, onde alguns estimam que as vitórias do movimento negro a ser 20-40 anos atrás a luta na América, o grande desafio é ainda a garantir papéis para rostos mais escuros na televisão brasileira. Algumas pessoas continuam a perguntar porque é ainda necessário que discutir a questão da falta de diversidade na frente da televisão e atrás da câmera. A resposta continua a mesma. A estabilidade emocional e mental eo bem-estar de ambas as populações depois de ter sofrido centenas anos de escravidão e racismo pós-abolição, exclusão, e supremacia branca ainda não tem sido abordada plenamente em qualquer país. Uma série de autores têm escrito sobre a doença de auto-ódio perpetuado por um sistema de supremacia branca que tem sido desastroso para a auto-estima de milhões de descendentes africanas por toda da diáspora. Dentro da psique de muitos negros, há ainda uma rejeição da negritude e uma falta de auto-amor que se manifesta nas altas taxas de violência negra-contra-negra, o desejo (reconhecida ou negada) a seja branco ou produzir proles brancas ou de pele mais clara e da adoração de brancura em geral. A invisibilidade dos negros na televisão e/ou sua representação negativa, quando são apresentados, na melhor das hipóteses, representa a opinião da sociedade dominante que os negros são inferiores ou, na pior das hipóteses, que eles devem desaparecer.
O poder da televisão e da mídia em geral reside na aceitação desta tese pela população excluída que ainda não enfrentar o horror psicológico e feridas que foram infligidos ao longo da duração da sua existência.

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