Are you "black enough"?/ Voce é "suficientemente negra"?

Black folk never cease to amaze me. What do negros want? When Barack Obama announced that he intended to run for the presidency of the United States, black folk initially didn’t take him seriously. No one really believed Obama had a legitimate chance at the highest office in the United States, and some would argue the world. But as his popularity rose and the possibility of the first black American president became conceivable, black Americans began to question if that was actually true. As the Clinton Family (Bill and Hillary) and the media began to portray him as the “black candidate”, African-Americans accused him of not being “black enough”. What?!? Not “black enough”?!? Some argued that because Obama had a white mother that he was actually “mixed” and not actually black. Others argued that because he didn’t follow the “what about black people” style of racial politics as Jesse Jackson, Al Sharpton or Louis Farrakhan, he wasn’t “really black”. Reality alert. There is no single way of being black. Black people have long fought to overcome racist stereotypes in which all black people talked, danced, walked, sang alike and listened to the same type of music. Now, black people fight to hold on to stereotypes and label people who don’t conform to a certain type of blackness as “not black enough”.
African-Americans have also accused other blacks of not being “black enough”. Haitian-American journalist Marjorie Valbrun wrote about the anger she felt when African-Americans would challenge her blackness. I remember in 1998 when a girlfriend wanted baseball player Sammy Sosa to win his home run battle with Mark McGuire because he was a “brother” until she heard him speak with his Spanish accent at which point he became simply, a “foreigner”. Sosa is from the Dominican Republic. A friend recently spoke about a conversation he had had with his sister about black people in Latin America in which she replied, “But they are not black like us.” Reality alert 2. Of all the African slaves sent to the Americas 400-500 years ago, only 4% were sent to the United States. 96% were sent to South America and the Caribbean. In fact, 38% of all slaves were sent to Brazil, the largest recipient of African slaves. People should remember this when they see sports legends such as Pelé, who is from Brazil, Roberto Clemente, who was from Puerto Rico, actresses Garcelle Beauvais and Lela Rochon, both of Haitian descent and singer Celia Cruz of Cuba.

Recently, a writer named Marian Douglas-Ungaro rejected the idea that if Barack Obama became president he should be called the first African-American president of the United States because he is not a descendent of slaves sent to the United States. My question is this: how many divisions will we ultimately create in order to divide our people? Barack Obama was born in an American state. His father was Kenyan and his mother was an American. It appears to me that Obama has more right to the term “African-American” than those of us of consider ourselves African-Americans. “Race” is based on discrimination, exclusion and privilege. If someone discriminated against Obama because he is black does Douglas-Ungaro believe this treatment would be different if the father of Obama looked exactly the same but he had been born in the United States? Douglas-Ungaro also argues that Obama does not share black American ethnicity. Yet there are millions of African-Americans who don’t speak slang, listen to Jay-Z, and didn’t grow up in the ‘hood, do we exclude them from our African-American family also? I remember people questioning my blackness because I attended Catholic schools, but I have a profound interest in Black History and bridging this gap between African-Americans and Afro-Latinos. My experience of being black in the United States is not exactly the same as that of Marian Douglas-Ungaro but that does not make me “less black”. Black identity in Columbia, Brazil, Peru and Equador is not exactly the same as black identity in the United States. In truth, there are many differences between descendents of Africa in the Diaspora. But they are still our people. It is for this reason that I was proud to see Usain Bolt of Jamaica easily win the 200 meter race in the 2008 Olympics. Although his family was sent to Jamaica and mine to the United States, in the eyes of the world, he is a black man, just like me.

O povo negro nunca deixa de me surpreender. O que negros querem fazer? Quando Barack Obama anunciou a sua intenção de correr para a Presidência dos Estados Unidos, inicialmente gente negra não tomou a candidatura dele sério. Ninguém acreditava que Obama tinha realmente uma oportunidade legítima, ao mais alto cargo dos Estados Unidos, e alguns diriam,o mundo. Mas, quando aumentou a sua popularidade e a possibilidade de o primeiro presidente negro americano se tornou concebível, negros americanos começaram a questionar se isso era realmente verdade. Tais pessoas como a família Clinton (Bill e Hillary) e mídia começaram o retratar como o “candidato negro“, os afro-americanos acusados ele de não ser “suficientemente negra“. Como? Não é “suficiente negra”? Alguns argumentaram que Obama, porque tinha uma mãe branca, é mestiço e não verdadeiramente negro. Outras alegaram que porque ele não siga o “o que sobre os negros” estilo de políticas raciais como Jesse Jackson, Al Sharpton ou Louis Farrakhan, ele não era “verdadeiramente negro”. Aviso de realidade. Não existe um única maneira de ser negro. Negros lutaram muito para superar estereótipos racistas na qual todas as pessoas negras falaram, dançaram, caminharam, cantaram o mesmo jeito e ouviu o mesmo tipo de música. Agora, negros luta para manter estes estereótipos e as pessoas que não estão em conformidade com um certo tipo de negritude são acusado de ser “não suficientemente negra”.

Afro-americanos também têm acusados outros negros de não ser “suficientemente negra”. A jornalista haitiano-americana Marjorie Valbrun escreveu sobre a raiva que ela sentiu quando os afro-americanos questionaram a negritude dela. Eu me lembroem 1998, quando a minha namorada queria o negro jogador de beisbol, Sammy Sosa, para derrotar seu adversário branco, Mark McGuire na luta para o recorde de mais “home runs” em uma única temporada porque ele era um “irmão”. Ao menos até ela ouviu o sotaque espanhol dele, então, de repente, ele se tornou simplesmente um “estrangeiro”. Sosa é da República Dominicana. Um amigo recentemente falou de uma conversa que ele teve com sua irmã sobre os negros na América Latina, no qual ela respondeu, “Mas eles não são negros como nós.” Aviso de realidade 2. De todos os escravos africanos enviados para as Américas 400-500 anos atrás, apenas 4% foram enviados para os Estados Unidos. 96% foram enviados para a América do Sul e as Ilhas do Caribe. Na verdade, 38% de todos os escravos eram enviados ao Brasil, o maior receptor dos escravos africanos. As pessoas devem se lembrar quando vêem atletas lendários como Pelé, que é do Brasil, Roberto Clemente, que era do Porto Rico, atrizes Garcelle Beauvais e Lela Rochon, ambos da ascendência haitiana e a cantora Célia Cruz de Cuba.

Recentemente, um escritor chamado Marian Douglas-Ungaro rejeitou a ideia que se Barack Obama se tornou presidente que ele deve ser chamado o primeiro presidente afro-americano dos Estados Unidos, porque ele não é um descendente de escravos enviados para os Estados Unidos. A minha pergunta é esta: quantas divisões iremos criar para dividir o nosso povo? Barack Obama nasceu em um estado americano. Seu pai era queniano e de sua mãe era uma americana. Parece-me que Obama tem mais direito ao termo “afro-americano” do que aqueles de nós que nos consideramos afro-americanos. “Raça” é baseado em discriminação, a exclusão eo privilégio. Se alguém discriminado contra Obama, porque ele é negro, a Douglas Ungaro acredita que este tratamento seria diferente se o pai de Obama pareceu ele pareceu exatamente o mesmo, mas ele tinha sido nascido nos Estados Unidos? Douglas-Ungaro também argumenta que Obama não compartilha etnia negra americana. Porém, existem milhões de afro-americanos que não falam gíria, ouvem Jay-Z, e não crescem no gueto, vamos exclui-los de nossa família afro-americana também? Eu me lembro de pessoas questionando a minha Negritude porque eu frequentei as escolas católicas, mas eu tenho um profundo interesse em História Negra e ao preencher esta lacuna entre afro-americanos e afro-latinos. A minha experiência de ser negro nos Estados Unidos da América não é exactamente igual á experiência de Marian Douglas-Ungaro mas isso não me deixa “menos negra”. Identidade negra na Colômbia, no Brasil, Peru e Equador não é exactamente igual á identidade negra nos Estados Unidos. Na verdade, existem muitas diferenças entre os descendentes de África na diáspora. Mas eles ainda são o nosso povo. É por esta razão que eu tive orgulho de ver Usain Bolt da Jamaica fácilmente ganhar a corrida de 200 metros aos Jogos Olímpicos de Pequim 2008 . Embora sua família foi enviada para a Jamaica e minha família para os Estados Unidos, aos olhos do mundo, ele é um homem negro, assim como eu.

One Response to “Are you "black enough"?/ Voce é "suficientemente negra"?”

  1. bov Says:

    This is a brilliant post. However, it saddens and disheartens me that this goes on. I am glad you are tackling it and look forward to more educated posts by yourself in the future.

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