Archive for the ‘Lindas Mulheres Negras’ Category

Black Beauty 12/Beleza Negra 12

June 25, 2009

(left) Aline Nepomuceno, 23.
Actress best known for her role in the television series “Ó Paí, Ó”.
(esquerda) Aline Nepomuceno, 23.
Atriz mais conhecida por seu papel na série de televisão “Ó Pai, Ó”.

(right) Nicole Beharie, 24.
Actress best known for her role in the film “American Violet”.
(direito) Nicole Beharie, 24.
Atriz mais conhecida por seu papel no filme “American Violet”.



African-American men and sexual tourism in Brazil, Part 1 – Homens afro-americanos e turismo sexual no Brasil, Parte 1

May 31, 2009

African-American men and sexual tourism in Brazil

In 2006, various writers began exposing a little secret that African-American men had keeping: sexual tourism in Brazil. Millions of black American men had been “introduced” to Brazilian women through the music videos of rappers like Snoop Dogg and Ja Rule. Rapper TI mentioned Brazilian women in the lyrics of his song, “Let’s Get Away”. In 2003, Hip Hop producer Pharrell Williams released a documentary about his search for the sexiest Brazilian model in Rio de Janeiro. Adult film production companies were recording many of their films in various cities throughout Brazil, particularly in Rio de Janeiro. Professors like William Jelani Cobb of Spelman College in Atlanta, Georgia, and Tracy Denean Sharpley-Whiting of Vanderbilt University focused part of their work on the phenomenon of African-American men and sexual tourism in Brazil. And in 2008, social worker Jewel Woods and journalist Karen Hunter, released the most complete analysis of the new trend in their book, Don’t Blame It On Rio: The Real Deal Behind Why Men Go to Brazil for Sex.

Online forums and comment sections on websites and blogs were filled with thousands of comments by African-Americans, men and women, who were eager to share their opinions on the subject. African-American women were disgusted. Many African-American men expressed their desire to go to Brazil and experience an apparent sexual paradise for black men. The question of why so many African-American men were going to Brazil for sexual escapades was asked on hundreds on websites and blogs.

According to the work of Cobb, Sharpley-Whiting, Woods and Hunter, there were several reasons for the sudden fascination with Brazil. Some reasons include: the “pornification” of hip hop, the obesity rates of African-American women, the confrontational attitudes of African-American women, and the abundance of mixed race women, with long, curly hair and curvaceous bodies. In Brazil, women appear to be the exact opposite. There are far fewer obese Brazilian women than in America. The Brazilian women that these men meet are beautiful, non- confrontational and offer affection and memorable sexual experiences (for a price) that these men don’t think they receive in America. And with the value of the American dollar normally worth two to three Brazilian reais, these men spend much less in Brazil in comparison to what they would pay for similar “services” in America.
Besides the apparent conflict at the root of many relationships between African-American men and women, another aspect of this of this fascination with Brazilian women, is the self-hatred that has been a part of the African-American experience since the slavery era. As is true of Afro-Brazilians and other blacks in the African Diaspora, African-Americans have been psychologically trained to hate blackness. On the surface, African-Americans claim to be “black and proud”, but in reality, we, as a group, have never been able to heal from the wounds of self-hatred. African-American men have consistently proven that they prefer women of lighter skin, long (less nappy) hair and less prominently African facial features. In regards to Brazil, let me say, there are millions of Afro-Brazilian women that have the same physical appearances as African-American women. If many of these women appeared on the streets of any black community in America, no one would know that they were Afro-Brazilian until they spoke.
Afro-Brazilian women
Mulheres afro-brasileiras
Afro-Brazilian women
Mulheres afro-brasileira


Vanessa Williams, Halle Berry

But it is not average African-American woman that these men are pursuing. The African-American man in Brazil is searching for the mulata and mestiça type that they see in popular hip hop music videos. In American terms, they are searching for the Beyonce, Ciara, Jennifer Lopez, Alicia Keys type of women, and in Brazil, this physical type is plentiful. Although there are millions of Brazilian women that are clearly black, there are also millions that are indefinable racially. I’m not speaking of women like Halle Berry, or even Vanessa Williams, women who have light or tanned skin yet still prominent African features, I’m speaking of the Gloria Velez type that is not black enough or white enough to be labeled as one or the other. Brazilian model Viviane Araújo is a good example of this type of woman. What does this say about black pride?


Viviane Araújo, Gloria Velez

Homens afro-americanos e turismo sexual no Brasil
Em 2006, vários autores começaram a expor um segredinho que homens afro-americanos estavam mantendo: o turismo sexual no Brasil. Milhões de homens negros americana tinha sido “introduzido” às mulheres brasileiras através do vídeos de música dos rappers como Snoop Dogg e Ja Rule. Rapper TI mencionou mulheres brasileiras nas letras de sua música, “Let’s Get Away”. Em 2003, produtor de hip hop americano Pharrell Williams lançou um documentário sobre sua busca para o modelo brasileira mais gostosa no Rio de Janeiro. Empresas de produção de filmes pornôs foram filmando muitos dos seus filmes em várias cidades por todo do Brasil, particularmente em Rio de Janeiro. Professores como William Jelani Cobb de Spelman College, em Atlanta, Geórgia, e Tracy Denean Sharpley-Whiting da Vanderbilt University centrou parte das suas obras sobre o fenómeno de homens afro-americanos e turismo sexual no Brasil. E em 2008, assistente social Jewel Woods e jornalista Karen Hunter lançado a análise mais completa da nova tendência em seus livro, Don’t Blame It On Rio: The Real Deal Behind Why Men Go to Brazil for Sex (Não culpa Rio: A razão verdadeira os homens vão ao Brasil para o sexo).
Fóruns on-line e secções de comentários em sites e blogs foram enchidos com milhares de comentários por homens e mulheres afro-americanos, que estavam ansiosos para compartilhar suas opiniões sobre o assunto. Mulheres afro-americanos foram enojada. Muitos homens afro-americanos expressaram a sua vontade de ir ao Brasil e viver sexual em um aparente paraíso sexual para os homens negros. A pergunta de porquê tantas homens afro-americanos estavam indo ao Brasil para escapadas sexuais foi perguntado nas centenas de sites e blogs.
Segindo a obra de Cobb, Sharpley-Whiting, Woods e Hunter, havia várias razões para o fascínio repentino com o Brasil. Algumas razões incluem: a “pornificação” de hip hop, as taxas de obesidade das mulheres afro-americanas, as atitudes confrontacionais das mulheres afro-americanas ea abundância das mulheres de raça mista de cabelos longos e encaracoladas e corpos curvaceous. No Brasil, as mulheres parecem ser exatamente o oposto. Há muito menos mulheres brasileiras obesas do que as mulheres americanas obesas. As mulheres brasileiras que estes homens encontram são lindos, não-confrontacionais e oferecer carinho e experiências sexuais memoráveis (por um preço) que estes homens não acham que eles recebem na América. E com o valor do dólar americano vale normalmente dois a três reais, estes homens gastam muito menos no Brasil em comparação com o que eles teriam de pagar pelas “serviços” semelhantes na América.
Além do aparente conflito na raiz de muitos relacionamentos entre homens e mulheres afro-americanos, mais um aspecto deste fascínio com as mulheres brasileiras é o auto-ódio que tem faz uma parte da experiência afro-americana desde a época de escravidão. Como é o caso dos afro-brasileiros e de outros negros na diáspora africana, afro-americanos terem sido treinados psicologicamente odiar negrura. Na superfície, afro-americanos alegam ser “negro e orgulhoso”, mas, na realidade, nós, como um grupo nunca foram capazes de curar as feridas do auto-ódio. Afro-americanos têm consistentemente demonstrado que os homens preferem mulheres da pele mais clara, cabelos longos (e menos pixaim) e características faciais menos proeminente africana. Em relação ao Brasil, deixa-me dizer, existem milhões de mulheres afro-brasileiros que têm a mesma aparência física das mulheres afro-americanas. Se muitas destas mulheres apareceram nas ruas de qualquer comunidade negra na América, ninguém pensaria que eram afro-brasileiras até que eles falaram.
Mas não é comum mulher afro-americana que estes homens estão procurando. O homem afro-americano no Brasil está buscando o tipo mulata e mestiça que eles vêêm nos vídeos populares de hip hop. Em termos americanos, eles estão buscando o tipo Beyoncé, Ciara, Jennifer Lopez e Alicia Keys, e no Brasil, este tipo físico é abundante. Ainda existem milhões de mulheres brasileiras que estão claramente negras, mas há também milhões que estão racialmente indefinível. Não estou falando das mulheres como Halle Berry, ou mesmo Vanessa Williams, as mulheres de pele morena ou clara mas ainda características proeminente africanas, estou falando do tipo Gloria Velez que não é suficiente negra ou suficiente branca para ser rotulado como uma ou a outra. Modelo brasileira Viviane Araújo é um bom exemplo deste tipo de mulher. O que este dizer sobre este orgulho negro?

A black woman is Germany’s Next Top Model – Uma mulher negra é Germany’s Next Top Model!

May 25, 2009

A black woman is Germany’s Next Top Model

In another example that highlights the exclusionary and racist policies in the Brazilian fashion industry, a black woman was chosen as the winner of Germany’s Next Top Model. The beautiful black woman, Sara Nuru, a German of Ethiopian descent won the contest. In December of 2008, another black woman, Chloe Mortaud, was crowned Ms. France. Isn’t it ironic that European countries that have overwhelmingly white populations can recognize the beauty of African descendents, but a country like Brazil needs to adopt quotas on the runways so that black women have representation in a country with a black majority?

Although this may sound strange, the reason is quite simple. In European countries and in the United States, white people have always been the majority and the accepted standard of beauty too has always been white without any serious challenge. These types of countries have always been confident in their whiteness and thus the occasional non-white woman that wins a beauty contest, is a top model or is featured on the cover of a popular magazine, is sometimes hailed as an example of a diversity that doesn’t exist while posing no real threat to the white standard. In Brazil, on the other hand, elites have always dreamed of erasing a people whose African roots were too prominent in physical appearance. Brazil will never be accepted as a white country, thus, to create an illusion and to “improve” the image of Brazil to the rest of the world, the overwhelming majority of people presented in the Brazilian media look as if they are from Italy, Portugal or Germany. Brazil has always seen itself as a “racial democracy”; America believes itself to be the land of “equal opportunity”. But the possibility in the belief in this ideology is always more likely if one is the right color.

Uma mulher negra é Germany’s Next Top Model!

Em um outro exemplo que evidencia as políticas racistas e excludentes na indústria moda brasileira, uma mulher negra foi escolhida como o vencedor da Alemanha’s Next Top Model. A bela negra Sara Nuru, uma Alemã de descendência etíope ganhou o concurso. Em dezembro de 2008, uma outra negra, Chloé Mortaud, foi coroado Ms. França. Não é irônico que os países europeus que têm populações que são esmagadoramente brancas pode reconhecer a beleza das afro-descendentes, mas um país como o Brasil precisa de adotar cotas nas passarelas para que as negras ter representação em um país com uma maioria negra?

Embora isto possa parecer estranho, a razão é bem simples. Em países europeus e nos Estados Unidos, pessoas brancas sempre foram a maioria e a padrão aceitado de beleza tem sido sempre branca sem qualquer desafio sério. Estes tipos de países têm sido sempre confiantes em sua brancura e, portanto, o eventual mulher não-branca que ganha uma concurso de beleza, é uma “top model” ou é apresentado na capa de uma revista popular, as vezes é aclamado como um exemplo de uma diversidade que não existe, enquanto não constituir uma ameaça real para o padrão branca. No Brasil, por outro lado, elites sempre sonhou de apagar um povo cujas raízes africanas foram proeminente demais na aparência física. O Brasil nunca será aceitado como um país branca, assim, para criar uma ilusão e para “melhorar” a imagem do Brasil para o resto do mundo, a esmagadora maioria das pessoas apresentadas na mídia brasileira parece como se eles são da Itália, Portugal ou Alemanha. O Brasil tem sempre considerou-se uma “democracia racial”; América considerou-se ser a terra da “igualdade de oportunidades”. Mas a possibilidade da crença neste ideologia é sempre mais provável se se é a cor certa.

Black Beauty 11/Beleza Negra 11

April 8, 2009

Emanuela de Paula, (left) Brazilian model born in 1989
Jessica White, (right) American model born in 1984

Emanuela de Paula, (esquerda) modelo brasileira, nasceu em 1989
Jessica White, (direito), modelo americana, nasceu em 1984


Black Beauty 10/Beleza Negra 10

March 27, 2009

Janaína Lince, left, born in Rio de Janeiro on March 12, 1979, is a Brazilian actress
Bianca Lawson , right, born in Los Angeles on March 20, 1979, is an American actress

Janaína Lince, esquerda, nasceu em Rio de Janeiro, 12 de março de 1979, é atriz brasileira
Bianca Lawson, direito, nasceu em Los Angeles, 20 de março de 1979, é atriz americana




Black Beauty 9/Beleza Negra 9

January 7, 2009

Mya Marie Harrison (Mya) (left/esquerda)
American singer and actress, born October 10, 1979
atriz e cantora americana, nasceu 10 de outubro de 1979

Camila Magalhães Sampaio (Camila Pitanga) (right/direito)
Brazilian actress, born June 14, 1977
actriz brasileira, nasceu 14 de junho de 1977

Black Beauty 8/Beleza Negra 8

October 29, 2008

Meagan Good (left/esquerda)
American actress, born August 8, 1981
atriz americana, nasceu 8 de agosto de 1981

Taís Araújo (right/direito)
Brazilian actress, born November 25, 1978
atriz brasileira, nasceu 25 de novembro de 1978



Black Beauty/Beleza Negra 5

September 24, 2008

Taral Hicks (born/nasceu 1974) left/esquerda
Actress/singer, Atriz/cantora
Patrícia de Jesus (born/nasceu 1978) right/direito
Model/actress, Atriz/cantora

Black Beauty/Beleza Negra 4

September 17, 2008

Drew Sidora (Drew Sidora Jordan, born on May 1, 1985), left, is an American actress best known for her roles on the Disney Channel program, That’s So Raven and the 2006 film Step Up. Also a singer, she is currently finishing work on a CD.

Drew Sidora (Drew Sidora Jordan, nasceu 1 de maio, 1985), esquerda, é uma atriz americana mais conhecida por seu papel na programa do Rede Disney, That’s Portanto Raven e do filme de 2006, Step Up. Também uma cantora, ela está atualmente terminando trabalho no seu primeiro CD.

Juliana Alvez (Juliana Alves de Oliveira, born on May 3, 1982), right, is a Brazilian actress who became famous after participating in the third season of the Brazilian version of the reality show, Big Brother. She is also recognized for her role on the soap opera Duas Caras.

Juliana Alvez (Juliana Alves de Oliveira, nasceu 3 de maio, 1982), direito, é uma atriz brasileira que se tornou famosa após ela participou na terceira temporada da versão brasileira do show de “realidade”, Big Brother. Ela também é reconhecida por o seu papel na telenovela da Rede Globo, Duas Caras.

Black Beauty/Beleza Negra

February 26, 2008

Our Beautiful Women of African Descent – WEEK ONE
Nossas belas mulheres de ascendência africana – SEMANA UM

Lark Voorhies / Isabel Fillardis

Actress/Atriz – Atriz/Actress

born March 25, 1974 / nasceu 3 de agosto de 1973

nasceu 25 de março de 1974 / born August 3, 1973


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